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De Colares a Monserrate

Bericht zum Thema Heimat


von Lisboeta


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Será preciso descrever toda a frescura de qualquer caminho em redor de Colares? Quem lá passou deve ter notado aquelas estradas íngremes subindo junto a árvores fortes, as águas que correm sem se descobrir onde começam, de todas as encostas, que descem dos nossos pés e sobem do outro lado do vale, inclinam-se árvores de todo os tamanhos, com folhagens diversas e tons variados de verde, muitos verdes.

Fomos à aventura e encontrámos Monserrate. Desconhecia. Cada árvore alta e forte! Uma Natureza altiva de séculos. Nela, onde por vezes o sol teima em penetrar, por ser difícil, perde-se uma pérola arrendada em croché fino de tempos ilimitados. Ali está o palácio, parado, esperando que o não esqueçam de vez, arquitectura de arcos e requintes árabes.

O jardineiro deixou-nos entrar, abrindo a porta. Portas fechadas, chãos apodrecidos, uma biblioteca abandonada por detrás de uma porta em madeira trabalhada, exaltando a caça em relevos cheios de poesia e de vida, cada chão de madeira em desenhos e cores diferentes, cada lareira num mármore de outra cor, frisos de renda em estuque orlam as paredes dos halls e dos corredores, uma fonte no hall central, estatuetas, azulejos, paredes totalmente trabalhadas em relevos florais, um túmulo (?) à entrada, talvez o objecto mais antigo do seu interior – autênticas maravilhas de caprichos há muito passados.

Disse-nos o jardineiro ter sido a parte de baixo construída na Idade Média e no século XVIII a parte de cima. Actualmente já é pertença do Estado.

No jardim as estatuetas de crianças brincando felizes estão mutiladas. O palácio é soberbo, no entanto, todo rodeado duma florinha miúda, avermelhada e humilde – a alegria-do-lar, conservada por muita gente nas varandas dentro de um vasinho – que ainda mais realça toda essa riqueza arquitectónica e denuncia o seu abandono criminoso.

Viemo-nos embora agradecendo ao jardineiro, sem que o recompensássemos materialmente, nem sei se ele o esperava; talvez que, por fidelidade a ideais utópicos, tenha esquecido de mostrar, na linguagem material e à dimensão real, o apreço justo por um gesto humano.

Dezembro 1985


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Veröffentlicht am 27.07.2009, 4 mal überarbeitet (letzte Änderung am 19.09.2009). Textlänge: 346 Wörter; dieser Text wurde bereits 1.608 mal aufgerufen; der letzte Besucher war ein Gast am 16.03.2020.
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