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Os bonecos de peluche

Monolog zum Thema Gewissen


von Lisboeta


(von Lisboeta)
A filha ainda dorme o sono dos justos. É nova, os amigos detém-na ao computador, mais a mais uma amiga passou cá a noite.

Neste silêncio de casa abandonada, fui arrumar a cave, ao lado da nossa porta de entrada. Um cubículo, vergonhosamente pequeno, onde encafuei a infância toda dos meus dois miúdos.

Abri o cadeado e puxei as coisas que bloqueiam a entrada. Ouvi gemidos e gritos: eram os bonecos de peluche que se revoltavam dentro dos sacos e das malas. Mas devo eu deitá-los para o meio da rua? Ninguém os quer e eu dediquei-me durante o crescimento dos miúdos a essas caricaturas do reino animal.

- Que vergonha, nós respeitadas personagens de infâncias coloridas, acabarmos neste desaforo, sem ar, asfixiando nestes sacos pestilentos!” Nem sabia o que responder.

Eles tanto se rebolavam e esperneavam que quase me caía uma caixa cheia de lego em cima da cabeça.

Tentei acalmá-los com falas mansas. Talvez venha ainda um netinho a descobri-los e a dar-lhes a liberdade. De nada serviu. Não queriam esperar. Acabei por deixar aquele buraco escuro e incómodo, um bocado mal disposta.

Na casa-de-banho fiquei longamente olhando os dois coelhinhos metidos dia e noite dentro da gaiola pequena, que, devido à nossa falta de espaço, se encontra sobre o secador da roupa, e encostei a cabeça à gaiola.

Pularam para mim e começaram a lamber-me a testa.

02.08.2009


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