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O sonho proibidoInhaltsverzeichnisFernando (mit schlechter Übersetzung)

Verão

Kurzgeschichte zum Thema Abschied


von Lisboeta

Caminhavam de mão dada ao longo desses muitos quilómetros de praia. Era ainda cedo de manhã. O sol demoraria horas até aquecer os corpos sequiosos de calor. Mais tarde viriam os primeiros banhistas, bem embrulhados nos seus casacos, sentar-se dentro das barracas. Até aí pertencia a ambos e às gaivotas a violação das areias alisadas pela maré da noite.

A água era fria, vinha e ia, salgando-lhes a juventude. Faziam poemas enquanto caminhavam. Trocavam palavras e sentidos de fazer rir e as gargalhadas misturavam-se ao burburinho das águas. Paravam olhando-se de frente e acariciando os cabelos um do outro. Por vezes fugiam para as cavernas discretas cavadas na encosta rochosa. Espantavam-se e deliciavam-se num mundo de sensações novas.

Se não fosse essa dor pertinente! Quando voltariam a ver aquela vastidão de mar, de costas aprumadas até muito acima e de quilómetros infinitos de areal?

O beijo foi profundo e longo.

Ao meio dia, quando os banhistas começavam tímidos a despir os casacos, já ele se sentava no avião. Partia para terras, de que ela nada ouvira.

Horas seguidas caminhou ao longo da praia desde Santa Cruz até quase à Areia Branca. Muitas vezes teve de subir as escadas das arribas e seguir por matagal ou estradas. Já andavam à procura dela. Perdera o juízo? Sem responder entrou no automóvel. Deixou-se conduzir.

Só à noite, quando se deitou e ninguém a via, deixou uma única lágrima correr-lhe pela face.

Viveria ela até ao próximo Verão?


21.08.2009


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