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Bolas de sabão

Gedicht zum Thema Entfremdung


von Lisboeta


(von Lisboeta)
Tantos conhecimentos regista o homem de pasta na mão.
Usa óculos.
Cansados estão os olhos das tantas leituras nos livros e écrans.
As costas curvas de tempo.

Vai andando obtuso nos seus pensamentos sobre Filosofia e o Mundo.
A Psicologia dá-lhe olhares penetrantes no Ser Humano das suas raízes.

As raízes estão na terra mãe, muito fundo sem se verem.
E ele procura com um espelho desenterrá-las para as conhecer.

Porém tem medo, grandes também receiam,
de que as raízes se soltem abalando-o, perdendo os pés do chão.

Por isso vai olhando no espelho, e caminhando pela rua com olhos de assombro.
E se lhe dizem que o vêem,
ele sabe bem que ele não é ele, mas apenas a sua imagem no espelho.

Olha o interlocutor admirado, respondendo:
“Peço desculpa, mas não o conheço!”

Ele é somente objecto virtual.
Quem não receia o seu próprio destino?

E se lhe chamam musa, ele gosta, pois sente-se amado.
Amado e sentindo-se livre, no seu direito a não ser ninguém.

E se alguém escreve, ele pensa, olhando-se no seu espelho,
ver-se retratado num texto, feito só de palavras sem vergonha.

O que significam as palavras,
compostas com musicalidade, escritas por esta mão?
Que outra ela fosse, seriam ainda e sempre palavras,
apenas palavras despidas, nuas de profundidade e de significado,
que nada no mundo mudam nem alteram.
Nem trazem riqueza nem empobrecem.

Pelo menos as minhas palavras não são reflexo de nada.
São apenas bolas de sabão que sopro para o ar,
em dias de lazer, quando não quero fazer nada.

Apenas olhando da janela as minhas bolas coloridas a voar.

23.08.2009


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Veröffentlicht am 23.08.2009, 3 mal überarbeitet (letzte Änderung am 14.03.2010). Textlänge: 277 Wörter; dieser Text wurde bereits 1.813 mal aufgerufen; der letzte Besucher war ein Gast am 04.08.2020.
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