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A noite chegou à rua

Gedicht zum Thema Nacht


von Lisboeta

A noite chegou à rua.

O rio corre indiferente.
O rio não sabe nada da noite.
O rio só corre água sem fim.
O rio canta sempre uma canção de água.

A água parece de prata em certas partes.
A água brilha com a luz do candeeiro.
A água corre sempre mais e mais longe.
A água corre de dia e de noite.

Os candeeiros não se mexem.
Os candeeiros estão parados e pacientes no caminho.
Os candeeiros velam pelo caminho.

As árvores ficam manchadas com a luz dos candeeiros.
As árvores são esbranquiçadas contra o céu branco.
As árvores estão paradas nas suas raízes.
As árvores não se mexem.
As árvores não falam nem dançam em meu redor.
As árvores estão paradas no meu caminho.
As árvores do meu caminho não me fazem medo.

As árvores do internato andavam de noite e falavam para nós.
No internato passei dois meses, por doença da avó.
Eu tinha quatro anos. Eu tinha medo.

A torre da igreja espreita por detrás do arvoredo.
A torre da igreja tem o aspecto de fantasma negro.

As folhas de Outono parecem  passadeiras.
As folhas atapetam os lados do caminho.
As folhas no meio são apenas folhinhas perdidas pelo chão.

As pessoas metem medo, escuras nos seus casacos.
As pessoas metem medo aos gatos que fogem.
As pessoas são mais pardas do que os gatos fugitivos.

Os carros cortam o ar de dia e de noite.
Os carros zumbem como besouros na Primavera.
Os carros não são os besouros da Primavera.
Os carros incomodam.
Os carros à noite são feios com as suas luzes acesas.
Os carros de dia são feios sem as luzes acesas.
Os carros sujam tudo em sua volta.
Os carros assustam as crianças.
Os carros assustam os velhos.
Os carros assustam os gatos e outros bichos.

Ar puro à volta acordando com a noite.
Ar puro à volta adormecendo com o dia.

Vou para casa.

Feliz de ter uma casa.
Feliz de me poder deitar.
Feliz por poder dormir.

26.10.2009²


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