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Gedicht zum Thema Entfremdung


von Lisboeta

Oh, meu computador, minha internet,
Janela aberta pr’a minha identidade!
Como me sentiria ainda mais perdida,
Sem o infinito da vossa possibilidade.

Como seria a minha alma despida
Dessa humana igualdade,
Desses outros que se debruçam
À janela dessa mesma ilusão.

Assim posso ver-te e falar-te
E enganar-me de não estar isolada.
Tu falas-me e inspiras-me fantasias,
Que eu escrevo todos os dias
Em folhas de papel virtuais.

Pobres de nós humanos fantasmas
Vivendo sem a coragem,
Sem a força de encararmos
As longas e duras desilusões.

Alegro-me com uma mensagem
Na caixa de entrada dos mails.
Pode ser, como normalmente,
Uma propaganda indiferente
À minha própria indiferença
P’lo vazio do consumo social.

Pode ser uma proposta,
Do homem perfeito no mundo,
De uma bolsa de encontros.
Porque ainda não anulei
Esse meu registo leviano
A que nunca reagirei?

Eu não procuro ninguém,
Pois se procurasse,
Já teria por certo alguém
Que não me deixa indiferente.
No entanto continuo só
E só ficarei, talvez sonhe
Só de vez em quando.

Não, essa alegria de ter uma entrada
Na caixa do correio da fantasia,
Dessa não me quero privar
E aceito apenas ser e ficar infantil.
Posso lê-la, apagá-la, esquecê-la.
Assim o faço todos os dias.

Esse contentamento idiota
De abrir a minha caixa de correio
De todo fantasmagórica,
Essa eu aprecio-a e quero tê-la.

A que idiotices nos conduz
A solidão da vida urbana
Entre tanta gente indiferente.

E tratando-se de uma janela
Virtual de mim própria,
Janela sobre a minha vida,
Janela sobre a minha cidade,
De onde vejo os telhados de Lisboa
E os barcos cruzando o Tejo,

Não sou eu mais do que um fantasma,
Espírito ainda mais ilusório
Do que cada fantasia alienatória.
O que eu vejo não  tem olhos,
Nem sentimentos, desprovido da alma.

Será portanto esta minha solidão
Apenas a projecção de uma máquina
Apertando-me com força electrónica
As minhas veias, no meu coração.

28.10.2009³


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Dies ist ein Text des mehrteiligen Textes Estranhos a nós próprios.
Veröffentlicht am 28.10.2009, 1 mal überarbeitet (letzte Änderung am 28.10.2009). Textlänge: 336 Wörter; dieser Text wurde bereits 1.759 mal aufgerufen; der letzte Besucher war ein Gast am 25.01.2020.
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