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Gedicht zum Thema Leben


von Lisboeta

Nascemos pendurados aos peitos maternos,
Sugando leite doce e chorando sem sabermos,
Aninhados em braços meigos de crescimento.

Com os olhos grandes abertos aprendemos
Os primeiros passos no mundo d’objectos duros e agudos,
Inocentes do significado da palavra “futuro”.

Quando por fim entendemos o que essa palavra nos diz,
Ganhamos medo aos primeiros caminhos nocturnos.

Ainda temos olhos sem lentes
E descobrimos estrelas no firmamento
E sonhamos a luz
Que nos conduz pelas estradas indecisas.

E construímos a nossa vida,
Peça a peça encaixamos os cubos do jogo,
Construção enorme que nos confunde, engole e destina.

Depois vêm os vendavais fortes e destroem
Esses castelos de areia, que pareciam
Mais fortes do que os bocados do Lego doutros dias.

Só então sabemos serem passageiros
Os monumentos maiores das nossas vidas.

Por fim não são os cabelos esbranquiçados,
Nem as rugas em redor da boca e dos olhos,
Nem as massas balofas aconchegando-nos os ossos;
Não é essa imagem no espelho,
Já a não reconhecendo nas fotos antigas
Coladas há muito tempo no álbum de família.

São sim as rugas na alma, engelhada de tempo,
Balofa de guerras perdidas,
Ausente do sustento que a segure,
Uma alma esquiva ao que nós vemos;
É essa alma perdida de cor e de forma,
Perdidos os sonhos e as ternuras e as vitórias,
Gorda dos fracassos que só nos doem.

Por fim olhamos os últimos tijolos velhos,
Sobre os quais repousa o telhado poroso
A ventos e a chuvas e às humidades nublosas
E sorrimos felizes e tranquilos,
Acabando adormecendo e respirando fundo,
Gratos por também este dia ter chegado ao termo.

Fechados os olhos, dormimos.

28.11.2009


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Dies ist ein Text des mehrteiligen Textes Amar a Vida.
Veröffentlicht am 28.11.2009, 1 mal überarbeitet (letzte Änderung am 28.11.2009). Textlänge: 275 Wörter; dieser Text wurde bereits 1.467 mal aufgerufen; der letzte Besucher war ein Gast am 12.04.2021.
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