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Bolas de sabãoInhaltsverzeichnisRoubaram-me as letras (mit schlechter Übersetzung)

Que morram as palavras

Gedicht zum Thema Schreiben


von Lisboeta

Quem acordou a minha língua,
Nesta louca pintura de palavras?
Porque não fiquei muda
Na minha insignificância,
Marco da minha vida?

Que sonhos voam quando escrevo,
Voam sem ninguém os apanhar?

Para quê então sonhar,
Para quê então falar,
Para quê escrever?

Para quê esta vaidade
Se a vida sempre me mostrou
A falta de valor das minhas letras,
E da consistência da vontade?

Para quê querer ser outra coisa
Se eu retrocedo em cada passo,
Se eu me perco de mim mesma
Em tudo quanto faço?

Quem me acordou as palavras
Sem as deixar monótonas, essas
Que eu até então, estranha, falava?

Se nada tem valor nem sentido,
Porquê falar-me cada palavra
No som dessa criança infantil?

Se ninguém vê o que sinto, penso,
Nem o caminho traçado no coração,
De que me vale falar uma língua
Sem ninguém a ler, sem ninguém ver
Que coisas faço cada dia?

Que fazer com esta vida
Explodindo e se agitando
Lá dentro, invisível?

E quando a mostro às gentes,
As assusto e incomodo,
Por ser um fogo ardendo,
Sendo sede e saudade de ser,
Agarrando tudo o que voa
Seja inspiração, seja alimento
Para a alma e o espírito.

E é pesado, pesa nos ouvidos
Gastos daqueles auditores
Do meu mundo a passar,
Morrendo em vida os sonhos.

Que se acabem as palavras,
Esta força indomável
Agitando-se invisível.

Que morram as palavras,
Morram, para eu ficar
Finalmente aos outros igual
No aspecto e na essência.

O corpo já se doma,
Mas a alma, a alma...

09.03.2010


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Veröffentlicht am 09.03.2010, 3 mal überarbeitet (letzte Änderung am 14.03.2010). Textlänge: 257 Wörter; dieser Text wurde bereits 1.577 mal aufgerufen; der letzte Besucher war ein Gast am 13.10.2019.
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